terça-feira, 16 de novembro de 2010

É decisão!

Estamos na reta final do Brasileirão. Serão três decisivos jogos. De preferência, o Botafogo precisará vencer todos eles. Difícil é, mas não é impossível.
A próxima rodada, com o confronto entre Grêmio x Atlético-PR, poderemos voltar ao G-4. Para que isso ocorra, o Furacão não poderá vencer. Secar será preciso, mas primeiro teremos que fazer a nossa parte. Enfrentaremos o Internacional, no Engenhão. O único resultado que nos interessa é a vitória. Não importa se o Inter vai com time A, B, C ou D, temos que jogar todas as nossas fichas neste jogo e é ai que eu queria chegar.
"Jogar todas as nossas fichas" seria ir com força máxima. Mas não vamos. Nosso departamento médico nunca esteve tão cheio, com tantos bons jogadores e lesões tão complicadas e/ou inesperadas. Maicosuel, Fábio Ferreira, Herrera e agora, novamente, Marcelo Mattos.
Dessa vez, uma crise de apendicite o tirará do restante da temporada. O jogador teve que ser operado às pressas ( quem já teve essa dor ou alguma parecida sabe bem como é ) e terá que ficar em repouso. Logo Marcelo Mattos, que fez 14 jogos com a camisa do Botafogo neste Brasileirão e não perdeu nenhuma ( 11 vitórias e 3 empates ). Só levamos 4 gols com ele em campo. Juntamente com o Maicosuel, foi a melhor contratação pós-Copa. Mas enfim, com esse importante desfalque, Fahel, que fatalmente sairia do time, permanecerá como titular, caso o Joel não queira mudar o seu estilo de jogo. Ou seja, poderemos ter em campo o mesmo time que bobeou no empate com o Ceará, no Castelão. A partir disso, volto ao tema principal. Vamos mesmo com a nossa "força máxima"?
A resposta é não. E explico. Tudo bem que ninguém tem culpa de tantas lesões juntas e muito menos que elas tenham atingido os jogadores mais importantes do time, mas em um momento tão decisivo, onde o empate já não pode mais ser aceito, por que não mudar? Não que o Renato Cajá seja craque. Não, ele não é. Mas a lentidão do Lucio Flavio está irritante. O Fahel não vem comprometendo tanto, isso é bem verdade, mas por que não começar com o Caio no time titular? O Edno é uma boa opção ofensiva também, mas como não rendeu tanto contra Avaí e Ceará, poderia começar no banco e caso o Joel precise, entra no segundo tempo.
Entendam, não estou dizendo que eles vão salvar o time, mas é uma decisão mais ofensiva. Para jogar contra o Internacional e Prudente, em casa, a escalação que para mim deveria ir a campo é: Jefferson, Antônio Carlos, Leandro Guerreiro e Márcio Rosário; Alessandro, Caio, Renato Cajá, Somália e Marcelo Cordeiro; Jobson e Loco Abreu. Se não adianta mais empatar, vamos para cima dos adversários com o time mais ofensivo que poderemos ter, mesmo com tantos desfalques. Já perdemos as possibilidades de título por falta de ousadia, e não quero que isso se repita também com a vaga da Libertadores. Já passou da hora de arriscar, Joel!

Saudações alvinegras a todoos ;*

Nenhum comentário:

Postar um comentário