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| "Ó, não peida, não, ein!" - Abreu, Loco 2011 |
Não sei como começar. O Botafogo soube. Aliás, por todo o primeiro tempo, o Glorioso foi superior. Eles cometiam as faltas, batiam firme, mas ficaram de bobo na nossa rodinha. Um a zero, mais o passeio, mais o esculacho do Loco.
No segundo tempo eles voltaram acordados. Vai ver anotaram a placa. Conseguiram o empate, mas a alegria durou pouco. O Botafogo voltou a ser superior. Saíram Herrera e Felipe Menezes, o time continuou jogando um futebol melhor, de qualidade e envolvente.
Infelizmente, o placar permaneceu empatado.
A minha dúvida reside no seguintes pensamentos:
1- O time do Botafogo foi indiscutivelmente melhor. Futebol acima da média. Jogamos sem um dos nossos craques. Eles não, o time deles estava completo. Será que a diferença em campo tinha que ter se confirmado no placar? Será que perdemos dois pontos em casa?
Ou:
2- Clássico é assim mesmo! Detalhes resolvem. A sorte que faltou ao Botafogo serviu ao adversário, que viu a bola quicar na frente do Loco, ou que inflou o goleiro de um gás extra para segurar a bola. Será que o empate foi justo? Será que é aceitável?
Qual será a resposta certa?
Isso é para cada um escolher.
OBS: El Loco Abreu é disparado o maior ídolo do futebol brasileiro. Não há jogador com mais identificação e mais idolatrado. Até o queridinho da grande mídia já foi questionado. O artilheiro da camisa 13 nunca foi vaiado. NUNCA!

Isso aí!
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